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segunda-feira, 30 de abril de 2012
CURSO - Noções de Criminologia
Noções de Criminologia
Objetivos:
Conceito: ciência ligada ao Direito e que estuda o crime em todos
os seus aspectos: pessoal, social, etiológico, repressivo, clínico etc.
Conteúdo das Aulas:
Aula 1:
Noções de Criminologia
700 mil no aperfeiçoamento de perícias criminais
SDS em parceria com a SENASP investe mais de 700 mil no aperfeiçoamento de perícias criminais
A
Secretaria de Defesa Social – SDS, na tarde desta terça-feira (24),
lançou uma cartilha sobre isolamento e preservação do local de crime e
apresentou maletas periciais utilizadas na detecção, registro, coleta,
acondicionamento e transporte de vestígios encontrados em locais de
crimes.
Durante os meses de maio e
junho 18 peritos criminais estarão capacitando 300 profissionais de
segurança entre delegados e oficiais do Corpo de Bombeiros e da Polícia
Militar no tocante a preservação de locais de crimes, além de promover
um ciclo de palestras para atingir todo o efetivo policial,
principalmente aqueles que vão aos locais de crimes, os praças e os
agentes de polícia. Para isto foram confeccionadas 10 mil cartilhas,
distribuídas entre os policiais que estarão sendo capacitados, dois mil
cartazes que serão afixados em ônibus e locais públicos com o objetivo
de orientar a população e cinco mil adesivos que serão colados nas
próprias viaturas. A SDS investiu R$ 17.230,00 na confecção desse
material.
Em novembro deste ano a SDS
recebeu do Governo Federal, através de convênio com Secretaria Nacional
de Segurança Pública – Senasp, 50 maletas periciais, um investimento na
ordem de R$ 775 mil. “Essa malas contem equipamentos, reagentes que
auxiliarão sobremaneira a atuação dos peritos nos locais de crimes,
tantos os peritos criminais com os peritos papiloscopistas. Muito
importante essa maleta porque ajuda esses profissionais a interpretar
aqueles vestígios deixados no local de crime, vestígios que vão dar azo a
elaboração do laudo pericial que se transforma em prova objetiva para o
delegado”, comentou o secretário da SDS, Wilson Damázio.
Durante
a coletiva a perita Sandra Santos, uma das responsáveis pela elaboração
da cartilha, frisou a importância do isolamento e preservação do local
de crime. “O objeto de trabalho da perícia criminal é o local de crime.
Nós vamos ao local para constatar o fato, estabelecer meios e modos e
indicar a autoria, então é de fundamental importância que quando a
perícia chegue no local ele esteja tal qual foi deixado por vítimas e
criminosos para que nós possamos atingir nosso objetivo final”,
ressaltou.
A perita ainda esclareceu o
que é um local de crime. “Toda a área onde tenha ocorrido um fato que
necessite da atuação da polícia é um local de crime. Nós temos vários
tipos de local de crime, os locais de morte, que podem ser por
homicídio, suicídio ou acidental, os locais de acidente de trânsito e
crimes contra o patrimônio”, explicou.
Francisco
Sarmento, gestor da Polícia Científica, aproveitou a ocasião para
agradecer os investimentos que vem sendo feito no órgão. “Quero
agradecer ao Governo do Estado e a SDS pelos investimentos que vem sendo
na Polícia Científica, desde a construção dos seis Complexos de Polícia
Científica, entre eles o de Caruaru e Palmares que já tiveram suas
obras iniciadas assim como a aquisição de novos equipamentos. Tenho
certeza que em breve seremos a Polícia Científica mais avançada do
Brasil”, afirmou Sarmento.
O gestor do
Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa – DHPP, Joselito Kehrle,
compareceu ao lançamento da cartilha e falou da importância do trabalho.
“Sem dúvida essa orientação que será colocada pela cartilha para todos
os policiais que atuam em local de crime com certeza trará ganhos na
investigação. Pernambuco tem se destaca na elucidação dos crimes
violentos letais intencionais sobretudo na Capital e Região
Metropolitana e a orientação desses profissionais, o perito criminal, o
papiloscopista e o policial militar, que geralmente é o primeiro a
chegar no local do crime fazendo com que haja o isolamento e a
preservação, trará com certeza a preservação daquelas provas materiais
que serão utilizadas tanto no inquérito policial quanto na fase
processual penal onde essa provas trarão a condenação dos autores que
por ventura surjam durante a investigação”, contou.
http://www.portaisgoverno.pe.gov.br/web/sds/exibir_noticia?groupId=124015&articleId=1453532&templateId=176917
Farmácia - Centro - Perito Criminal (Específicas de Farmácia)

Farmácia - Centro - Perito Criminal
(Específicas de Farmácia)
Terças-feiras e Sábados
Terças, das 18:00 às 21:00 horas
E
Sábados, das 09:00 às 16:00 horas
De 05 de Junho a 22 de Setembro de 2012.
Duração: 138 horas
Disciplinas: Específicas de Farmácia.
Investimento: 4 x R$ 370,00.
Terças, das 18:00 às 21:00 horas
E
Sábados, das 09:00 às 16:00 horas
De 05 de Junho a 22 de Setembro de 2012.
Duração: 138 horas
Disciplinas: Específicas de Farmácia.
Investimento: 4 x R$ 370,00.

Essa turma prepara você para o concurso da Polícia Federal. O edital está previsto para ser liberado ainda no primeiro semestre de 2012.
Material didático incluído.
O aluno que está matriculado na turma de Conhecimentos Gerais da Polícia Federal ou já foi aluno do Aprimore no período entre 2009 e 2011, pagará, neste, curso 4 x R$ 350,00, exceto se o seu curso tenha sido de uma carga horária menor que 40 horas.
http://www.aprimore.com/novo/Cursos_Area_Detalhe.aspx?ar=78fa0de8-47ba-4bd5-8a99-cbd91a0fa4e9&id=6ed16ba9-ed7d-48be-b0f7-16be0504974a
AULA DE PERICIA EM BELO HORIZONTE
http://www.cursoscpg.com.br/?pag=agenda&id=597
27/04/2012 - Aula Perícia Criminal - BH
Belo Horizonte
Aula do curso de Pós-Graduação em Perícia Criminal
27/04/2012 - Sexta-feira das 18:00 às 22 horas
28/04/2012 - Sábado das 08 às 12 horas e das 14 às 18 horas
29/04/2012 - Domingo das 08 às 12 horas
28/04/2012 - Sábado das 08 às 12 horas e das 14 às 18 horas
29/04/2012 - Domingo das 08 às 12 horas
domingo, 29 de abril de 2012
PERICIA E LITERATURA - ( Dicas fornecidas pelo Dr Joao carnide nosso colaborador do site Pericias criminais tecnologia do bem . Da redação)
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Perícia Forense da escravidão no Brasil
Perícia Forense da escravidão no Brasil
As obras para as Olimpíadas de 2016 no Brasil tem suscitado
avanços para além da área dos esportes. Como parte da revitalização da área
portuária do Rio de Janeiro, a escavação do Vale do Valongo acabou por tomar um
viés criminalístico. Cientistas de diferentes universidades brasileiras somam
esforços para analisar as ossadas e objetos encontrados na região a fim de obter
pistas sobre a escravidão, talvez o maior crime já acontecido no país. Enterrada
desde 1843, esta “cena de crime” recém desvelada é importante por fornecer
indícios de qual região da África vieram os escravos, através da análise das
marcas presentes nos dentes e da proporção de isótopos de estrôncio nos mesmos.
Além disso, a análise do DNA presente nas amostras fornece pistas sobre
parasitas, o que seria evidência das más condições de vida dos escravos.
FONTE: Revista Pesquisa FAPESP
NIVELAMENTO PERICIAL
28.04.2012 | 14h03 - Atualizado em 28.04.2012 | 14h04
PM e Politec propõe nivelamento técnico
Ao todo, 20 peritos criminais irão passar pela capacitação
SECOM-MT
Com o propósito de repassar e nivelar conhecimento técnico e específico sobre artefatos explosivos, a Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Especiais (Bope), realiza até sábado (28.04), o '‘Curso de nivelamento em bombas, explosivos e pós explosão'’, destinado aos peritos criminais da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).Segundo o comandante do Bope, major Jonildo José de Assis, a ideia de realizar o curso surgiu da necessidade de capacitar os profissionais da Politec que lidam com ocorrências criminosas em que são utilizados artefatos explosivos. "Esse curso só foi possível graças ao apoio que o secretário Diógenes Curado e o comandante da PM, coronel Osmar Lino Farias nos deu", salienta major Assis.
Ao longo do curso, 20 peritos criminais de Cuiabá e interior de Mato Grosso terão adquirido conhecimento técnico sobre os tipos, utilização, conceitos e as principais características dos materiais explosivos.
Um dos instrutores do curso, capitão Fabiano Pessoa, destaca que, após o curso, os peritos terão conhecimento técnico para identificar e saber a maneira adequada de lidar ou isolar o local onde o artefato explosivo estiver instalado.
Um dos participantes do cursos, o perito criminal Mairo Fábio Camargo, que é gerente regional da Politec em Alta Floresta, o curso possibilita aos profissionais maior capacidade para lidar com esse tipo de material. “O curso é importantíssimo, pelo fato de lidarmos com situações de risco, em que há o uso de explosivos, em razão de algumas ações criminosas em que é utilizado esse tipo de artefato. Esse curso é uma forma de ampliar a nossa segurança”, afirma.
Conforme o diretor geral da Politec, Rubens Okada, o curso oferece ao profissional que atua nos municípios mais distantes a mesma qualidade técnica daqueles que atuam na regional de Cuiabá. “Todos os peritos precisam estar capacitados para lidar com ocorrências que há explosão, mais especificamente as que têm ocorrido em unidades bancárias”, ressalva Okada.
Até o final do curso serão aplicadas seguintes disciplinas: história geral dos explosivos comerciais e militares, análise de terrorismo, explosivos, conceitos, sistema de iniciação, bombas, rastreio e fiscalização – Exército Brasileiro, prática pericial e detonações.
O curso, com carga horária 60 horas aula, teve início na última segunda-feira (23.04). Dez instrutores do esquadrão antibomba do Bope ministram aulas práticas e teóricas, entre 8 e 18 horas, na sede do Bope
sábado, 28 de abril de 2012
MINAS GERAIS - Autonomia da perícia criminal é motivo de controvérsia
25 de Abril de 2012
A defesa da autonomia da Polícia Técnico-Científica, ou perícia criminal, no Estado foi debatida nesta quarta-feira (25/4/12) em audiência pública da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais. O autor do requerimento para a reunião, deputado Durval Ângelo (PT), lembrou, no início dos trabalhos, que juntamente com outros parlamentares vem tentando alterar a Constituição Mineira há 17 anos para que a perícia criminal obtenha autonomia administrativa e orçamentária, mas os sucessivos governos evitaram esta que é considerada pelos especialistas uma conquista da cidadania. Argumentos favoráveis e contrários foram apresentados durante a reunião.
Em favor da autonomia, diversos peritos criminais se manifestaram durante a audiência. Cláudio Vilela Rodrigues lembrou que, estando dentro da estrutura da Polícia Civil, os peritos sofrem pressões na elaboração de seus laudos, principalmente quando se trata de casos de tortura, por envolverem, a rigor, “colegas de trabalho”.
“A polícia é a única instituição que ainda não se adequou aos preceitos da Constituição Federal de 1988”, disse o ex-presidente da Associação Brasileira de Criminalística, Antenor José Pinheiro dos Santos, referindo-se ao fato de que a tortura ainda é praticada no País. “Por isso, mais que uma questão administrativa, a autonomia da perícia criminal é uma atitude política”, afirmou.
Segundo Cláudio Rodrigues, o ambiente molda a percepção, prejudicando o julgamento justo. “Peritos oficiais tendem a se identificar com a polícia e buscar resultados que confirmem as teses da investigação e da acusação”, disse o perito, o que, para ele, contraria a objetividade científica. Rodrigues afirmou ainda que a lógica de pensamento da perícia e da polícia são diferentes: “Para a Polícia Civil, todos são suspeitos até prova em contrário, mas para a perícia, a visão tem que ser de imparcialidade. Polícia e perícia podem estar próximos, mas não devem estar juntos”, concluiu.
Experiência externa – Minas Gerais é um dos três estados brasileiros em que a perícia criminal é subordinada à Polícia Civil, além de Rio de Janeiro e Espírito Santo. Convidados de outros estados narraram suas experiência com a autonomia. Em Goiás, por exemplo, o Instituto de Criminalística está vinculado diretamente ao secretário de Estado de Segurança Pública desde 2002, contou o gerente do órgão, Roberto Pedrosa. Ele afirmou que o Centro de Perícia Criminalística de Goiás é hoje referência na América Latina. Segundo Pedrosa, no início os delegados de polícia foram contra a autonomia, mas hoje há uma convivência respeitosa entre a Polícia Civil e o Instituto de Criminalística.
Em São Paulo, de acordo com o presidente da Comissão de Estudos sobre Perícias Forenses da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, Norberto da Silva Gomes, a perícia é desvinculada da Polícia Civil há 14 anos, com bons resultados.
Os dois convidados destacaram a importância de se ter uma corregedoria e orçamento próprios. A proposta mineira inclui esses pontos, além da formação dos peritos por meio da Secretaria de Defesa Social (Seds) e a escolha do superintendente de Polícia Técnico-Científica feita diretamente pelo governador ou pelo secretário de Estado.
Em relação ao orçamento, o perito Cláudio Vilela Rodrigues mostrou dados retirados do Portal do Governo do Estado na internet. Segundo esses dados, em 2011, 2,62% dos recursos destinados à Polícia Civil foram repassados à perícia criminal.
A importância dos laudos periciais foi destacada pelos participantes, que mostraram que uma perícia bem feita pode ser a peça decisiva para se condenar ou absolver alguém. “Com o avanço tecnológico, a perícia acaba por receber importância desmedida em relação às demais provas, pois são objetivas, materiais e menos sujeitas a receber interferências”, disse Rodrigues.
Para Durval Ângelo, a perícia é a grande parceira da sociedade no sentido de coibir a impunidade. Ele lembrou a importância dos trabalhos periciais realizados nos casos da chacina de fiscais do trabalho em Unaí, em 2004, e do assassinato do promotor Francisco Lins do Rego, em 2002.
O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Hélio Buchmuller Lima, mostrou estudos nacionais e internacionais defendendo a autonomia da perícia criminal. Essa condição foi, inclusive, a segunda diretriz mais votada entre 400 apresentadas na I Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), realizada em 2009. “Há muita documentação a respeito, um verdadeiro excesso de vitórias de intenções. O que falta é o gesto, a atitude”, disse o ex-presidente da Associação Brasileira de Criminalística, Antenor José Pinheiro dos Santos.
Calil Fouad Nicolau Cury, presidente da Associação Mineira de Medicina Legal, reforçou o coro da autonomia, mas defendeu sua categoria dizendo que os médicos legistas mineiros jamais atuaram no sentido de encobrir crimes de tortura no Estado.
Delegado diz que separação prejudicaria as investigações
Para o delegado Daniel Barcelos, a separação entre perícia e Polícia Civil fragmenta a investigação, contrariando seu princípio de integralidade. “Investigação é pesquisa que busca fontes de dados para reconstruir fatos. Perícia é etapa do processo. Não há sentido separar essas ações”, afirmou. Ele também defendeu que a função técnico-científica da investigação não cabe exclusivamente ao perito, mas também aos policiais civis, e refutou os argumentos de que uma perícia autônoma garantiria o fim da tortura.
Já a assessora da Polícia Civil Junto à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Elisa Moreira Caetano, afirmou que a Seds compreende as questões dos peritos, mas também tem a integração como uma de suas prioridades. “Entendemos que essa integração deve passar primeiro pela unificação do discurso interno”, ressaltou.
http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/04/25_direitos_humanos_autonomia_pericia.html
Autonomia da perícia criminal é motivo de controvérsia
Em favor da autonomia, diversos peritos criminais se manifestaram durante a audiência. Cláudio Vilela Rodrigues lembrou que, estando dentro da estrutura da Polícia Civil, os peritos sofrem pressões na elaboração de seus laudos, principalmente quando se trata de casos de tortura, por envolverem, a rigor, “colegas de trabalho”.
“A polícia é a única instituição que ainda não se adequou aos preceitos da Constituição Federal de 1988”, disse o ex-presidente da Associação Brasileira de Criminalística, Antenor José Pinheiro dos Santos, referindo-se ao fato de que a tortura ainda é praticada no País. “Por isso, mais que uma questão administrativa, a autonomia da perícia criminal é uma atitude política”, afirmou.
Segundo Cláudio Rodrigues, o ambiente molda a percepção, prejudicando o julgamento justo. “Peritos oficiais tendem a se identificar com a polícia e buscar resultados que confirmem as teses da investigação e da acusação”, disse o perito, o que, para ele, contraria a objetividade científica. Rodrigues afirmou ainda que a lógica de pensamento da perícia e da polícia são diferentes: “Para a Polícia Civil, todos são suspeitos até prova em contrário, mas para a perícia, a visão tem que ser de imparcialidade. Polícia e perícia podem estar próximos, mas não devem estar juntos”, concluiu.
Experiência externa – Minas Gerais é um dos três estados brasileiros em que a perícia criminal é subordinada à Polícia Civil, além de Rio de Janeiro e Espírito Santo. Convidados de outros estados narraram suas experiência com a autonomia. Em Goiás, por exemplo, o Instituto de Criminalística está vinculado diretamente ao secretário de Estado de Segurança Pública desde 2002, contou o gerente do órgão, Roberto Pedrosa. Ele afirmou que o Centro de Perícia Criminalística de Goiás é hoje referência na América Latina. Segundo Pedrosa, no início os delegados de polícia foram contra a autonomia, mas hoje há uma convivência respeitosa entre a Polícia Civil e o Instituto de Criminalística.
Em São Paulo, de acordo com o presidente da Comissão de Estudos sobre Perícias Forenses da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, Norberto da Silva Gomes, a perícia é desvinculada da Polícia Civil há 14 anos, com bons resultados.
Os dois convidados destacaram a importância de se ter uma corregedoria e orçamento próprios. A proposta mineira inclui esses pontos, além da formação dos peritos por meio da Secretaria de Defesa Social (Seds) e a escolha do superintendente de Polícia Técnico-Científica feita diretamente pelo governador ou pelo secretário de Estado.
Em relação ao orçamento, o perito Cláudio Vilela Rodrigues mostrou dados retirados do Portal do Governo do Estado na internet. Segundo esses dados, em 2011, 2,62% dos recursos destinados à Polícia Civil foram repassados à perícia criminal.
A importância dos laudos periciais foi destacada pelos participantes, que mostraram que uma perícia bem feita pode ser a peça decisiva para se condenar ou absolver alguém. “Com o avanço tecnológico, a perícia acaba por receber importância desmedida em relação às demais provas, pois são objetivas, materiais e menos sujeitas a receber interferências”, disse Rodrigues.
Para Durval Ângelo, a perícia é a grande parceira da sociedade no sentido de coibir a impunidade. Ele lembrou a importância dos trabalhos periciais realizados nos casos da chacina de fiscais do trabalho em Unaí, em 2004, e do assassinato do promotor Francisco Lins do Rego, em 2002.
O presidente da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais, Hélio Buchmuller Lima, mostrou estudos nacionais e internacionais defendendo a autonomia da perícia criminal. Essa condição foi, inclusive, a segunda diretriz mais votada entre 400 apresentadas na I Conferência Nacional de Segurança Pública (Conseg), realizada em 2009. “Há muita documentação a respeito, um verdadeiro excesso de vitórias de intenções. O que falta é o gesto, a atitude”, disse o ex-presidente da Associação Brasileira de Criminalística, Antenor José Pinheiro dos Santos.
Calil Fouad Nicolau Cury, presidente da Associação Mineira de Medicina Legal, reforçou o coro da autonomia, mas defendeu sua categoria dizendo que os médicos legistas mineiros jamais atuaram no sentido de encobrir crimes de tortura no Estado.
Delegado diz que separação prejudicaria as investigações
Para o delegado Daniel Barcelos, a separação entre perícia e Polícia Civil fragmenta a investigação, contrariando seu princípio de integralidade. “Investigação é pesquisa que busca fontes de dados para reconstruir fatos. Perícia é etapa do processo. Não há sentido separar essas ações”, afirmou. Ele também defendeu que a função técnico-científica da investigação não cabe exclusivamente ao perito, mas também aos policiais civis, e refutou os argumentos de que uma perícia autônoma garantiria o fim da tortura.
Já a assessora da Polícia Civil Junto à Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), Elisa Moreira Caetano, afirmou que a Seds compreende as questões dos peritos, mas também tem a integração como uma de suas prioridades. “Entendemos que essa integração deve passar primeiro pela unificação do discurso interno”, ressaltou.
http://www.almg.gov.br/acompanhe/noticias/arquivos/2012/04/25_direitos_humanos_autonomia_pericia.html
SANTA CATARINA- EQUIPAMENTO DE ALTA TECNOLOGIA PARA PERICIAR
http://www.ssp.sc.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=579:instituto-geral-de-pericias-recebe-equipamento-de-alta-tecnologia-para-investigacao-criminal&catid=94:novas-noticias-1&Itemid=154
Instituto Geral de Perícias recebe equipamento de alta tecnologia para investigação criminal |
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Florianópolis (27.04.2012) - Durante a nomeação de 29 peritos criminais e 15 auxiliares criminalísticos que vão atuar no Instituto Geral de Perícias (IGP) em 19 municípios de Santa Catarina, o governador Raimundo Colombo participou da demonstração do novo Cromatógrafo Gasoso. O equipamento, que será utilizado pelos peritos criminais bioquímicos, detecta a presença de inúmeras substâncias no corpo humano. "A forma como esse aparelho está configurado é a mais moderna do país, o que representa agilidade e precisão nos resultados", afirmou o governador, nesta sexta-feira (27).
O Cromatógrafo Gasoso com Detector de Massas (CG-MS), que teve recursos de R$ 820 mil do Governo do Estado, é um equipamento usado para identificar substâncias que podem determinar a causa da morte de uma pessoa. O CG-MS tem um banco de dados com 600 mil substâncias cadastradas. “Até o momento, a gente trabalhava com um equipamento no qual precisava ter um padrão da substância que se procurava, o que não era totalmente preciso”, explica a perita criminal bioquímica Bruna de Souza Boff.
Na solenidade, o governador também fez o repasse de 63 novas viaturas para a Perícia Oficial do Estado. O investimento é de aproximadamente R$ 2,5 milhões. Ao todo, 42 carros compactos serão destinados à perícia criminal, 14 pick-ups 4X4 (rabecões) ao Instituto Médico Legal (IML) e sete veículos adequados à perícia ambiental.
Raimundo Colombo reforçou que os investimentos em segurança têm que ser permanentes. “Cada vez mais a sociedade cobra atitude moral, rapidez e qualidade no serviço. É isso que estamos buscando, já avançamos muito em tecnologia e no modelo operacional.” O governador ainda explicou que os trabalhos são realizados sem nenhuma interferência política. “Os novos peritos, estão prontos para servir Santa Catarina. Confiamos no empenho e desempenho deles. Os governos são passageiros, mas o Estado é permanente.”
O secretário César Augusto Grubba, falou da importância em se manter a política de reposição de pessoal na área da Segurança Pública. Grubba destacou a nomeação de 1,2 mil novos policiais civis, militares e bombeiros militares, renovação da frota de viaturas e equipamentos modernos que, segundo ele, “contribuem para a qualifiicação e melhoria do serviço público”.Com a chegada dos novos servidores, serão supridas as necessidades nas áreas de perícia geral, bioquímica, engenharia civil, fonoaudiologia, informática, médico legista e criminal, nas cidades de Blumenau, Brusque, Caçador, Chapecó, Concórdia, Criciúma, Florianópolis, Itajaí/Balneário Camboriú, Joaçaba, Joinville, Lages, Mafra, Palhoça, Porto União, Rio do Sul, São Bento do Sul, Videira e Xanxerê. A escolha do local de lotação para o exercício da função, dentre as vagas disponibilizadas, foi realizada ao término do Curso de Formação Profissional, por ordem de classificação obtida pelos alunos. Para o diretor-geral do Instituto Geral de Perícias, Rodrigo Tasso, o reforço no efetivo veio em boa hora. “Com a atuação desses peritos nas cidades catarinenses, vamos conseguir melhorar muito o nosso trabalho e contribuir com a segurança pública de Santa Catarina.” Como funciona o Cromatógrafo Gasoso – CGMS Para fazer a análise da substância que pode determinar a causa da morte de uma pessoa, o perito recolhe amostras de tecidos ou líquidos e o equipamento faz a identificação de tudo o que o indivíduo consumiu nas últimas 72 horas, por meio da alteração de temperatura. O resultado é rápido e seguro. A interpretação dos dados analisados pelo CG-MS é tão precisa que é possível identificar a presença de qualquer substância, independente do volume consumido. O equipamento anterior limitava a investigação porque só seria possível precisar que substância poderia ter causado a morte se a vítima consumisse altas doses. “Vamos melhorar nossos índices de resolutividade. É uma ferramenta importante para o esclarecimento de crimes”, observa o diretor-geral do IGP, Rodrigo Tasso. ![]() |
PERNANBUCO - APERFEIÇOAMENTO DAS PERICIAS CRIMINAIS
Governo investe mais de R$ 700 mil no aperfeiÁoamento de perÌcias criminais |
Notícias |
O Governo do Estado de Pernambuco, através da Secretaria de Defesa Social – SDS,
lançou terça-feira uma cartilha sobre isolamento e preservação do local de crime e apresentou maletas periciais utilizadas na detecção, registro, coleta, acondicionamento e transporte de vestígios encontrados em locais de crimes. Entre maio e junho 300 profissionais de segurança - delegados e oficiais do Corpo de Bombeiros e da Polícia Militar - vão ser capacitados no tocante à preservação de locais de crimes, além de promover um ciclo de palestras para atingir todo o efetivo policial, principalmente aqueles que vão aos locais de crimes, os praças e os agentes de polícia. Para isto foram confeccionadas 10 mil cartilhas, distribuídas entre os policiais que estarão sendo capacitados, dois mil cartazes, afixados em ônibus e locais públicos com o objetivo de orientar a população, e cinco mil adesivos que vão ser colados nas próprias viaturas. O Governo investiu R$ 17.230,00 na confecção desse material. CONVÊNIO - Em novembro deste ano a SDS recebeu do Governo Federal, através de convênio com a Secretaria Nacional de Segurança Pública – Senasp, 50 maletas periciais, um investimento na ordem de R$ 775 mil. “Essas malas contêm equipamentos que vão auxiliar sobremaneira a atuação dos peritos nos locais de crimes, tantos os peritos criminais como os peritos papiloscopistas. Essa maleta é muito importante porque ajuda esses profissionais a interpretar aqueles vestígios deixados no local de crime, vestígios que vão dar azo a elaboração do laudo pericial que se transforma em prova objetiva para o dele- gado”, comentou o secretário da SDS, Wilson Damázio. Durante a coletiva a perita Sandra Santos, uma das responsáveis pela elaboração da cartilha, frisou a importância do isolamento e preservação do local de crime. “O objeto de trabalho da perícia criminal é o local de crime. Nós vamos ao local para constatar o fato, estabelecer meios e modos e indicar a autoria, então é de fundamental importância que quando a perícia chegue no local ele esteja tal qual foi deixado por vítimas e criminosos para que nós possa- mos atingir nosso objetivo final”, ressaltou. A perita ainda esclareceu o que é um local de crime. “Toda a área onde tenha ocorrido um fato que necessite da atuação da polícia é um local de crime. Nós temos vários tipos de local de crime, os locais de morte, que podem ser por homicídio, suicídio ou acidental, os locais de acidente de trânsito e crimes contra o patrimônio”, explicou. AGRADECIMENTO - Francisco Sarmento, gestor da Polícia Científica, aproveitou a ocasião para agradecer os investimentos que vem sendo feitos no órgão. “Quero agradecer ao Governo do Estado e a SDS pelos inves- timentos que vêm sendo feitos na Polícia Científica, desde a construção dos seis Complexos de Polícia Científica, entre eles o de Caruaru e Palmares que já tiveram suas obras iniciadas assim como a aquisição de novos equipamentos. Tenho certeza que em breve seremos a Polícia Científica mais avançada do Brasil”, salientou. O gestor do Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa – DHPP, Joselito Kehrle, compareceu ao lançamento da cartilha e falou da importância do trabalho. “Sem dúvida essa orientação que será colocada pela cartilha para todos os policiais que atuam em local de crime com certeza trará ganhos na investigação. Pernambuco tem se destacado na elucidação dos crimes violentos letais intencionais sobretudo na Capital e Região Metropolitana e a orientação desses profissionais, o perito criminal, o papiloscopista e o policial militar, que geralmente é o primeiro a chegar no local do crime fazendo com que haja o isolamento e a preservação, trará com certeza a preservação daquelas provas materiais que serão utilizadas tanto no inquérito policial quanto na fase processual penal onde essa provas trarão a condenação dos autores que por ventura surjam durante a investigação”, contou. http://www.cepe.com.br/diario/index.php?option=com_content&view=article&id=334:governo-investe-mais-de-r-700-mil-no-aperfeiaoamento-de-pericias-criminais&catid=1:noticias&Itemid=2 |
MINISTERIO PUBLICO E A PERICIA - sala de escuta pelo Tribunal de Justiça do Estado para a colheita de depoimentos de crianças e adolescentes ( O NOME CORRETO NÃO É GEISE ou melhor uma extensao da interpretação da Geise !!! : da redação Periciascriminais tecnologia do bem)
MPRJ realiza encontro internacional para debater a necessidade das salas de escuta
Direto da Redação
27/4/2012 02:10:00
Sala será voltada, em especial, para colher depoimentos de crianças e adolescentes

Estado do Rio - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) realiza, na próxima sexta-feira (04) um debate sobre a necessidade de implementação da sala de escuta pelo Tribunal de Justiça do Estado para a colheita de depoimentos de crianças e adolescentes. O encontro “Depoimento Especial de Crianças e Adolescentes – Reflexões e Desafios para a Implementação no Estado do Rio de Janeiro” contará com a presença de operadores do Direito e palestrantes do Reino Unido e da Espanha, responsáveis por abordar a experiência dos dois países sobre o tema. O evento ocorrerá das 9h às 17h, no 9º andar do edifício-sede do MPRJ, na Rua Marechal Câmara 370, Centro, conforme programação em anexo.
A necessidade de viabilização da sala de escuta atende à Recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) nº 33/10, ainda não atendida pelo Estado do Rio de Janeiro. De acordo com o Coordenador do 4º Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça da Infância e Juventude, Rodrigo Cézar Medina da Cunha, responsável pela mediação dos debates, o evento terá como público-alvo Membros e servidores do MPRJ, da Defensoria Pública e do Tribunal de Justiça. Na parte da manhã, será debatida a atuação do MP e do Poder Judiciário na coleta de depoimentos.
Em seguida será apresentada a campanha “Quem Cala Consente”, do MPRJ, e lançada a cartilha sobre Enfrentamento à Violência Sexual Praticada Contra Crianças e Adolescentes. À tarde, será apresentado um painel com o panorama internacional da coleta destes depoimentos, além de um mapeamento das salas de depoimento especial no Brasil.
Entre os debatedores estarão o Subprocurador-Geral de Justiça de Atribuição Originária Institucional e Judicial do MPRJ, Antonio José Campos Moreira; o Juiz do TJ do Rio Grande do Sul José Antônio Daltoé Cezar; a Promotora de Justiça do MPRS Flávia Malmann; o Chefe de Polícia aposentado de Gloucestershire Constabulary e consultor da Child Protection Development Trust Tony Butler; o Psicólogo Forense do Departamento de Justiça de Girona, Generalitat, Catalunha, José Ramon Juarez Lopez; e o Professor e Pesquisador da Universidade Católica de Brasília e Consultor da Childhood Brasil para o Projeto Depoimento Especial, Benedito Rodrigues dos Santos.
Reflexões e desafios, segundo Promotor de Justiça Rodrigo Medina.
As salas de escuta são necessárias em casos de abuso sexual com vítimas crianças e adolescentes, quando, não raro, o depoimento é o único elemento de prova existente. A abordagem judicial na colheita da prova não deve contribuir para a revitimização das crianças e adolescentes, na medida em que é exigida da vítima, envergonhada e constrangida na presença de várias pessoas estranhas no ambiente frio e formal da sala de audiências, um relato lógico, coerente e detalhados dos fatos.
As técnicas de depoimento especial devem permitir a produção de prova com maior eficácia e de forma menos danosa à vítima, que pode ser ouvida, em uma única vez, em sede de produção antecipada de provas. No decorrer das audiências em que se deve realizar a inquirição das vítimas, existe o acompanhamento por um assistente social ou psicólogo em sala reservada e interligada por imagem e áudio com a sala de audiências. Dessa forma, a vítima pode ser inquirida, de forma indireta, pelo Juízo e pelas partes, por meio do profissional que repassará as perguntas à criança ou ao adolescente, agora mais à vontade para respondê-las em função do ambiente acolhedor, das perguntas colocadas de forma mais adequada e, principalmente, pelo fato de não se encontrar diante do agressor.
“Essa nova forma de inquirição, além de observar todas as garantias processuais, reconhece a criança e o adolescente como sujeitos de direitos que gozam de prioridade absoluta, conforme a normativa legal vigente, e respeita sua condição de pessoa em desenvolvimento, evitando sua revitimização, além de contribuir para a melhoria da prestação jurisdicional com a efetiva responsabilização do agressor”, afirma o Promotor de Justiça Rodrigo Medina.
PERICIA OFICIAL- Perícia Oficial de Alagoas se reúnem com consultor da SENASP
Diretores da Perícia Oficial de Alagoas se reúnem com consultor da SENASP
Reunião é uma das etapas da pesquisa do Ministério da Justiça que fará um diagnósticos da perícia forense brasileira
Assessoria
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O Diretor Geral da Perícia Oficial de Alagoas, Roberto Liberato, se reuniu, na manhã de hoje (27), com diretores dos Institutos do órgão para receber o consultor do Ministério da Justiça, Alberi Espindula. No encontro foram discutidos o preenchimento dos questionários que serão entregues a técnicos do governo federal responsáveis por um estudo que fará um raio-X da perícia oficial brasileira.
Batizado de Diagnóstico sobre a Perícia Forense no Brasil a pesquisa irá utilizar os dados da Perícia Oficial alagoana para levantar informações sobre a política de gestão institucional, organização e estrutura. A pesquisa também fará um levantamento dos recursos, e as atividades de funcionamento do Instituto de Identificação, do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal de Maceió e Arapiraca.
Para o responsável pela pesquisa em Alagoas, o consultor da SENASP, perito Alberi Espíndula, a reunião foi de grande importância porque foram tiradas as dúvidas dos diretores sobre o preenchimento correto das informações dos questionários. “Queremos traçar um mapa do Sistema de Perícias para que o Governo Federal pontue a melhor forma de ajudar cada Unidade da Federação”, explicou Alberi Espindula.
Alagoas está sendo um dos primeiros Estados a receber a equipe do Ministério da Justiça. Para o Diretor Geral da Perícia Oficial, essa ação demonstra a confiança que a SENASP vem depositando na nova administração do órgão em Alagoas que em maio completará um ano com várias conquistas e mudanças.
“Alagoas está de portas abertas para o levantamento do governo federal, não temos nada a esconder, até porque entendemos que esse tipo de pesquisa embasará ações no combate a violência no Estado. Avanços muito neste últimos 11 meses, licitamos o novo prédio do IML de Maceió, construção orçada em mais de R$ 4 milhões e já estamos preparando a licitação para construção do novo prédio do Instituto de Criminalística, que também, as duas obras serão construídas com recursos próprios”, frisou.
Participaram da reunião a Diretora do Instituto de Criminalística, Rosana Coutinho Freire Silva, a Diretora do Instituto de Identificação, Maria Madalena Cardoso da Silva e a Diretora do Instituto Médico Legal de Maceió, Dr. Gérson Odilon Pereira. O consultor da SENASP permanecerá em Alagoas até o próximo dia 30, nesse período ele ainda fará visitas técnicas aos institutos incluindo o IML de Arapiraca.
http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/04/27/diretores-da-pericia-oficial-de-alagoas-se-reunem-com-consultor-da-senasp
Batizado de Diagnóstico sobre a Perícia Forense no Brasil a pesquisa irá utilizar os dados da Perícia Oficial alagoana para levantar informações sobre a política de gestão institucional, organização e estrutura. A pesquisa também fará um levantamento dos recursos, e as atividades de funcionamento do Instituto de Identificação, do Instituto de Criminalística e do Instituto Médico Legal de Maceió e Arapiraca.
Para o responsável pela pesquisa em Alagoas, o consultor da SENASP, perito Alberi Espíndula, a reunião foi de grande importância porque foram tiradas as dúvidas dos diretores sobre o preenchimento correto das informações dos questionários. “Queremos traçar um mapa do Sistema de Perícias para que o Governo Federal pontue a melhor forma de ajudar cada Unidade da Federação”, explicou Alberi Espindula.
Alagoas está sendo um dos primeiros Estados a receber a equipe do Ministério da Justiça. Para o Diretor Geral da Perícia Oficial, essa ação demonstra a confiança que a SENASP vem depositando na nova administração do órgão em Alagoas que em maio completará um ano com várias conquistas e mudanças.
“Alagoas está de portas abertas para o levantamento do governo federal, não temos nada a esconder, até porque entendemos que esse tipo de pesquisa embasará ações no combate a violência no Estado. Avanços muito neste últimos 11 meses, licitamos o novo prédio do IML de Maceió, construção orçada em mais de R$ 4 milhões e já estamos preparando a licitação para construção do novo prédio do Instituto de Criminalística, que também, as duas obras serão construídas com recursos próprios”, frisou.
Participaram da reunião a Diretora do Instituto de Criminalística, Rosana Coutinho Freire Silva, a Diretora do Instituto de Identificação, Maria Madalena Cardoso da Silva e a Diretora do Instituto Médico Legal de Maceió, Dr. Gérson Odilon Pereira. O consultor da SENASP permanecerá em Alagoas até o próximo dia 30, nesse período ele ainda fará visitas técnicas aos institutos incluindo o IML de Arapiraca.
http://primeiraedicao.com.br/noticia/2012/04/27/diretores-da-pericia-oficial-de-alagoas-se-reunem-com-consultor-da-senasp
sexta-feira, 27 de abril de 2012
LUMINOL
Caso Eliel: Politec utilizou luminol para identificar sangue da vítima na casa dos suspeitos
27/Abril/2012
Após mais de 50 dias do crime, a prova definitiva foi obtida pela equipe pericial por meio da técnica de luminol, reagente químico que identificou traços de sangue da vítima no piso de dois cômodos da casa dos suspeitos. Os pisos haviam sido lavados cuidadosamente. Mas, o exame de DNA dos resíduos, realizado pela Politec, confirmou que o sangue apresentava o perfil genético da vítima.
O resultado da perícia só foi possível graças à intervenção direta da Secretaria de Estado da Justiça e Segurança Pública (Sejusp) e do Governo do Amapá, que conseguiram recuperar 10 maletas forenses junto à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). Esses equipamentos haviam sido redirecionados para outros estados. As maletas possuem diversas ferramentas e reagentes fundamentais para exames em local de crime.
Devido à dificuldade para elucidar o crime, esta foi a primeira vez que a técnica do luminol foi utilizada pela Politec no Amapá. O desfecho do assassinato do advogado Eliel Amoras demonstra o esforço integrado dos órgãos da segurança pública estadual, especialmente da Polícia Civil e da Politec, que utilizaram ferramentas e técnicas modernas para combater a criminalidade, identificando a autoria dos crimes e diminuindo a impunidade.
Assinado pelos peritos criminais Pedro Ronildo Dias Malcher e Manoel da Silva Barbosa Filho, o laudo de exame pericial foi concluído no dia 20 de abril. Com base nos indícios das provas pericias e na confissão dos próprios suspeitos, a delegada Maria Valcilene Mendes, titular da Delegacia de Crimes Contra a Pessoa (Decipe), já havia solicitado a prisão temporária de José Henrique de Azevedo Pinheiro e do seu filho, André de Azevedo Pinheiro.
Desde a ocorrência do crime, o secretário da Justiça e Segurança Pública, Marcos Roberto Marques e o delegado geral de Polícia Civil, Tito Guimarães Neto, acompanharam todos os passos da investigação.
Entenda o caso
Eliel Amoras mantinha amizade com André, que confirmou que o advogado costumava frequentar sua casa no conjunto da Ego, localizado na zona Sul de Macapá.
No dia do crime, 13 de fevereiro, no final da tarde, vítima e acusado estavam juntos no quarto da casa de André, quando Eliel foi atingido na cabeça por um tiro de revólver, cujo calibre ainda não foi possível identificar, pois a arma usada não foi encontrada.
O pai de André tomou conhecimento do episódio e planejaram deixar o corpo na casa e esperar anoitecer para retirar o cadáver no próprio carro do advogado e levá-lo ao ramal do Alemão, as margens da Rodovia JK. Lá, os dois jogaram alguns litros de produto inflamável no veículo carbonizando tudo.
Os trabalhos periciais foram dificultados devido à situação em que o carro e o corpo foram encontrados. Mesmo assim, exames e perícias especializadas, principalmente a técnica do luminol, permitiram esclarecer parte do crime, assim como o depoimento dos acusados.
No final de março, em entrevista coletiva, a delegada Maria Valcilene Mendes fez as primeiras declarações oficiais acerca do caso, apontando os dois suspeitos como responsáveis pelo homicídio. O delegado geral Tito Guimarães Neto acompanhou a entrevista, assim como os delegados Celso Souza Pacheco e Odanete Bionde que ajudaram nas investigações. O comunicado oficial da Polícia Civil também foi acompanhado pelo advogado Paulo Campelo, representante da Ordem dos Advogados do Brasil secção Amapá (OAB/AP).
—
Regis Sanches/Sejusp
A perícia bem mais próxima na Barra
A
16ª Delegacia de Polícia, que atende toda a Barra da Tijuca, receberá,
no segundo semestre, uma unidade do Instituto Médico Legal (IML) e uma
unidade do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE). As salas
serão montadas em um prédio anexo à delegacia, na Praça Desembargador
Araújo Jorge, na Barrinha.
O novo posto do ICCE despachará pedidos das quatro delegacias da
região: a 16 (Barra), a 32 (Taquara), a 41 (Tanque) e a 42 (Recreio dos
Bandeirantes).Para funcionar, o ICCE precisará receber viaturas, recursos humanos (peritos criminais), computador com sistema de controle operacional - sistema de comunicação que integra todas as delegacias -, além de outros objetos necessários à investigação, como máquina fotográfica, câmera de vídeo e telefones celulares.
Depois de montada a sala do instituto de criminalística, peritos criminais estarão aptos a realizar exame local em casos de acidente de trânsito com vítimas e investigarão crimes contra o patrimônio residencial e comercial, como arrombamentos, furtos e roubos. Nesses casos, eles farão a reprodução do local do crime. Outro benefício que o ICCE trará é a possibilidade da delegacia conseguir um laudo prévio após a apreensão de entorpecentes.
- Tudo isso poupa o tempo no atendimento às vítimas e facilita nosso trabalho - explica Carlos Henrique Machado, delegado responsável pela 16 DP.
Com o IML à disposição da delegacia da Barra, os peritos legistas poderão realizar autópsias, exames de corpo de delito e demais perícias, como exames de lesão corporal; constatação de embriaguez ou intoxicação por substância de qualquer natureza; constatação de violência sexual, sanidade mental, constatação de idade e constatação de doença sexualmente transmissível.
Atualmente, tanto o instituto de criminalística quanto o IML funcionam apenas no Centro da cidade.
O delegado Machado explica que a instalação dessas unidades é uma reivindicação antiga dos moradores da região. O anexo foi construído em 2011, com o auxílio da Associação Comercial e Industrial da Barra (Acibarra).
- Hoje gastamos mais de uma hora no atendimento a vítimas da Barra. Com as duas unidades aqui, ganharemos agilidade na solução dos sinistros. Economizaremos tempo e dinheiro para os dois institutos - diz o delegado.
O órgão da Polícia Civil responsável pelo controle e pela administração das duas instituições será o Departamento Geral de Polícia Técnica e Científica.
http://br.noticias.yahoo.com/per%C3%ADcia-bem-pr%C3%B3xima-barra-100000930.html
EXPLOSIVOS E PERICIA CRIMINAL - BOPE
26/04/2012 - 13h27 Bope capacita peritos criminais durante curso de explosivos Redação 24 Horas News
A Polícia Militar, por meio do Batalhão de Operações Especiais (Bope),
capacita 20 peritos criminais da Perícia Oficial e Identificação Técnica
(Politec) de Cuiabá e interior de Mato Grosso, por meio do '‘Curso de
nivelamento em bombas, explosivos e pós explosão'’. As aulas são
realizadas na sede do Bope, situada na Avenida do CPA, em Cuiabá.
O curso teve início na última segunda-feira (23-04). Dez instrutores,
todos policiais do Bope, ministram aulas práticas e teóricas, entre 8 e
18 horas. O encerramento do curso será sexta-feira (27-04), com entrega
de certificado aos participantes.
“Após o curso, os peritos terão maior competência técnica para lidar
com ocorrências que envolvam algum tipo de explosivo”, diz o capitão PM
Fabiano Pessoa, que é um dos instrutores do curso.
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http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=410769 |
Comissão de Direitos Humanos da ALMG realiza audiência pública para discutir autonomia e independência do serviço de perícia criminal em Minas
Comissão de Direitos Humanos da ALMG realiza audiência pública para discutir autonomia e independência do serviço de perícia criminal em Minas

Noutra senda, a direção do SINDPOL/MG,
bem como a representação da Chefia da Polícia Civil e da Secretaria de
Defesa Social, demonstraram, a seu tempo, as razões pelas quais este
importante órgão deve permanecer na estrutura orgânica da Polícia Civil.
Nos debates, ficou lúcido e límpido o
entendimento de que a investigação criminal não se encerra apenas no
inquérito policial, ela transcende a persecução criminal sem limites no
tempo e no espaço. Investigação é ciência e não pode ser sectarizada ou
seguimentada, pois se trata de um ato integral e os órgãos nela
envolvidos, devem ser integrados e agirem de forma harmônica, logo, não
obstante os desafios de financiamento, estruturação, efetivo/quadro de
pessoal, pelos quais a instituição Polícia Civil vem atravessando no
Estado e em todo o Brasil, é primordial que todos os operadores da
instituição se unam e convirjam em um só discurso e pratica pelo
fortalecimento, modernização e valorização da Polícia Judiciária.
Coerência
Na sua fala, o Presidente do SINDPOL/MG
cobrou coerência dos dirigentes de Entidades de representação dos
Peritos, pois em uma consulta na base do SINDPOL/MG e de toda a Polícia
Civil, a maioria dos peritos e Médicos-Legistas não querem sair da
estrutura da Polícia Judiciária; querem sim: mais atenção, recursos,
investimentos e condições dignas de trabalho, com autonomia e
inviolabilidade de suas atribuições, postura também defendida pelo
SINDPOL/MG. Ainda nesta senda, em Minas Gerais esta autonomia já está
efetivada quando da assunção de um membro da classe para dirigir a SPTC
com assento no Conselho Superior de Polícia, logo, o que existe precisa
ser aprimorado e mais difundido no meio da classe. A visão separatista,
na maioria das vezes, é defendida somente pela classe diretiva das
entidades, não sendo portanto o senso comum.
Discurso inadequado sobre a tortura e o monopólio da ciência pelos Peritos
Em posse da palavra o Presidente
Denílson Martins ponderou que é equivocado e inadequado o discurso e
colocação de alguns peritos e médicos-legistas, de serem estes os únicos
donatários e detentores da ciência. O presidente ressaltou que, não
obstante a cultura, metodologia e conhecimento acumulado de todos os
policiais civis, desde 29 de junho de 2010, é pré-requisito de ingresso à
Polícia Civil o diploma de 3º grau em qualquer ramo da ciência nos
cursos de licenciatura plena, reconhecidos pelo MEC, logo a atividade
policial civil na sua totalidade é técnico-jurídica-científica, por
força de lei e ainda sim, antes desta legislação, mais de 80% de nossos
operadores já eram detentores de formação acadêmica. Ainda neste
diapasão, em Brasília, na profícua discussão e tramitação da nova Lei
Geral das Polícias Judiciárias Estaduais está definido que todas as
carreiras das polícias (Investigador, Delegado, Escrivão e Perito) são
de nível superior e de caráter técnico-jurídico-científico, sendo o
exercício das atribuições destas classes: autônomo e inviolável.
Prerrogativas estas que o Ministério da Justiça e Secretaria nacional de
Segurança Pública, juntamente com as entidades representativas da
categoria em âmbito nacional, entendem serem bastante para que as
Polícias Judiciárias disponibilizem os valores de uma prestação de
serviço de investigação criminal e segurança pública de forma eficiente,
republicana e universal.

Outro equívoco é o discurso de que a
separação e independência da perícia ajudariam a enfrentar, combater
eliminar a prática da tortura na investigação criminal e na atividade
policial. Discurso vago, injusto, incoerente e desleal, pois discrimina e
rotula todos os operadores da Polícia Civil, menos peritos e
médicos-legistas, como se estes fossem serem iluminados e imaculados,
além de levar, de forma implícita, a impressão de que nos Estados onde a
perícia se tornou independente, não existisse mais a prática da tortura
(ledo engano). O Presidente Denílson Martins explanou que é a
capacitação continua e a disseminação do conhecimento, em todas as
carreiras da instituição, é que têm o poder de libertar o operador de
segurança destas práticas rudimentares, indignas e obsoletas. Reforçou
ainda que, quanto mais conhecimento e valorização são garantidos ao
servidor policial, mais humanizado, técnico e profissional ele se torna.
Denílson acrescentou que, de acordo com dados da Ouvidoria de Polícia e
Comissão de Direitos Humanos, é flagrantemente sensível a redução das
ocorrências de tortura na Polícia Civil nos últimos cinco anos, chegando
a números insignificantes, se comparados a outras instituições.
Esclareceu aos presentes e também visitantes de outros Estados que, em
Minas Gerais, temos instrumentos efetivos e consolidados de defesa do
interesse do trabalhador, como por exemplo a lei que pune o assédio
moral no âmbito da Administração Pública, logo, não tem conhecimento de
servidor que foi pressionado para alteração de laudos ou práticas
abusivas sem que antes tenha acionado seu assediador ou opressor com
base na referida lei; portanto é muito vago o discurso da ingerência e
pressão de superior hierárquico no exercício da função de perito.
Ademais, vivemos em plena democracia e respiramos liberdade de atuação
sindical, para que essas entidades acionem os mecanismos necessário para
aperfeiçoamento das práticas funcionais e enfrentamento aos abusos e
arbitrariedades.
Finalmente, o presidente conclamou a
todos: Peritos, Delegados, Investigadores, Escrivães, Legistas e
Administrativos, a somarem esforços para aprovação de um dispositivo
legal e um arcabouço jurídico competente nesta nova Lei Orgânica que
tramita na ALMG, que provenha meios e condições de pleno funcionamento
de uma nova Polícia Civil, moderna, competente e valorizada, pois a
divisão, fragmentarismo e personalismo não leva instituição alguma a
nenhuma lugar, tampouco lha habilita na prestação de serviço à
sociedade, real destinatária do nosso trabalho e missão.
SINDPOL
SINDPOL
RIO DE JANEIRO - CURSO DE CRIMINOLOGIA
Emerj oferece curso de criminologia
Notícia publicada em 26/04/2012 14:05
A Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (Emerj) vai
promover nos dias 4, 21 e 25 de maio,e 1º de junho, das 8h30 às 12h30, o
primeiro “Curso de Criminologia” em nível de extensão universitária.
Com carga horária de 20 horas e sob a coordenação do juiz Alcides da
Fonseca Neto, o curso será apresentado em cinco temas diferentes, com a
participação de profissionais especializados no assunto.
No dia 4 de maio, serão abordados “O Direito Penal à luz da
Constituição da República”, pelo juiz Alcides da Fonseca Neto, e
“Definição e Objeto da Criminologia”, pela doutora e pós-doutora em
Saúde Pública, Vera Malaguti Batista. Já no dia 21, o “Novo Paradigma
Criminológico”será apresentadopor Roberta Duboc Pedrinha, mestre em
Ciências Penais. No dia 25, “A Teoria Estrutural Funcionalista do
Desvio” estará em pauta e, por último, no dia 1º de junho, “Lei e Ordem e
Criminologia da Vida Cotidiana”serão discutidos pela advogadaVera
Malaguti.
O curso será ministrado
no Auditório Nelson Ribeiro Alves – Emerj – 4º andar. Vagas limitadas.
Outras informações e inscrições na Secretaria Acadêmica da Emerj, que
fica na Avenida Erasmo Braga, nº 115 – Térreo, Centro, RJ, ou pelos
telefones 3133-3380/ 3133-3369.
http://portaltj.tjrj.jus.br/web/guest/home/-/noticias/visualizar/71803
quinta-feira, 26 de abril de 2012
CRIMINOLOGIA
CRIMINOLOGIA
EMENTA: conceito, métodos, objetos, funções e relação com outras ciências. História da Criminologia: etapas pré-científicas e científicas. A moderna Criminologia científica e os diversos modelos teóricos: modelos biológicos, psicológicos e sociológicos Criminologia crítica. Prevenção do delito no Estado Democrático de Direito. Modelos e sistemas de reação ao delito. Vitimologia. Política criminal.
Bibliografia Básica:
GOMES, Luis Flávio & MOLINA, Antônio García-Pablos de. Criminologia. São Paulo: RT, 2000.
MAILLO, Alfonso. Introdução à criminologia. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
BITTAR, Walter B. Criminologia no século XXI. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2007.
NASCIMENTO, José Flávio Braga. Curso de criminologia. [S. l.]: Juarez de Oliveira, 2007.
Bibliografia Complementar:
BARATTA, Alessandro. Criminologia critica e critica do Direito penal: Introdução à sociologia do direito penal. Trad. Juarez Cirino dos Santos. Coleção pensamento Criminológico, Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2002.
BECARIA, Cezar. Dos delitos e das penas. Trad. De Lucia Guidicini & Alessandro Berti Condessa. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
D´URSO, Luiz Otávio Borges. Advocacia e justiça criminal: II Encontro Nacional dos advogados. São Paulo: Oliveira Mendes, 1997.
PIEDADE JÚNIOR, Heitor. Vitimologia: evolução no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1993.
Professor: Marcelino Lira
1º AULA
O CRIME tem um conceito jurídico, tem aspectos biológicos, psicológicos, sociais e estuda a autoria.
Criminologia é uma ciência multidisciplinar que tem por objeto o estudo do CRIME, do criminoso e da vítima.
O direito é uma relação com o dever, é sinalagmático, lei do retorno.
O CRIME é um ato que quebra a norma jurídica. Estuda a dinâmica do CRIME, o fato, o autor e o criminoso.
O direito é uma ciência indedutiva.
Metodologia da criminologia é empírica, experimental, pois é dedutivo com base em estudos de fatos reincidentes.
O mais importante é entender a razão do conflito.
Estão ligadas as especialidades: Biologia (neurociência, endocrinologia, clinica psiquiátrica), psicologia (psicanálise, TCC, gestall), sociologia (anomias, conflitos, escola Chicago).
2º AULA
O QUE CAUSA O CRIME?
Cobiça, prazer, emocional, Lei, Necessidade, patologia, interesse, falta de oportunidade, educação, impulso, impunidade, anomia, instinto, empatia, individualismo, etc.
QUAL A METODOLOGIA QUE DEVEMOS APLICAR PARA ESTUDAR A CAUSA DO CRIME?
Método indutivo-experimental.
Existem várias causas para a criminalidade nem sempre são únicas. Tem que existir um método científico.
3º AULA
1. IDÉIA:
1.1 Criminologia liberal do homem
1.2 Jusnaturalismo
1.3 Sujeito livre e capaz de escolhas;
1.4 Analise do CRIME sob o aspecto jurídico
1.5 Método dedutivo
1.6 A questão da pena.
2 FATO:
2.1 Início das orientações empíricas;
2.2 Frenologia Dello Porta e Lavoter – relação do somática com o psíquico;
2.3 Frenologia Gall, Frans: tentativa de localizar no cérebro as funções psíquicas, comportamento criminoso com má formação do cérebro.
2.4 Diagnostica de enfermidade mental em oposição aos delinqüentes. “Loucura Moral”, criminologia científica.
3 O “positivismo” metodológico;
4 O método indutivo-experimental;
5 O determinismo
6 Pena x tratamento.
O liberalismo defendia a igualdade dos homens. (O direito pode aplicar uma pena, se o indivíduo fizer uma escolha contra a norma). Pena = sofrimento.
Gall dizia toda função psíquica do ser humano tem uma área do cérebro. Felipe Pinel descobriu que havia diferença entre o louco e o criminoso.
Tudo que é loucura é doença. Perder a capacidade de discernir o moral. Na loucura moral não tenha delírio ou culpa.
Ex.: Transtorno de pensamento anti-social.
Quem usa a mão esquerda não é canhoto e sim sinistro.
A ciência é uma verdade provisória. O conhecimento vem pela experimentação advinda do positivismo. Acreditava que alguém racional não comete CRIME.
Acreditava-se que por conta de uma carga genética e social pode levar a um comportamento criminoso. Se o louco não pode ser punido com pena ele terá que ter um tratamento.
4º AULA – 15/03/2011
Nomes mais conhecida do início criminologia científicos: Lombroso, Ferri e Garafalo.
LOMBROSO
De 1835 a 1909 era biólogo, defendia: O homem delinqüente 1876 por herança, Influência de Darwin evolução, Método empírico, Teoria do Atavismo, estigmas e lacuna moral.
FERRI
De 1856 a 1929 era advogado, determinismo x livre arbítrio, fatores determinantes e predisponentes, programa de prevenção, criminal.
GAROFALO
De 1852 a 1934 advogado, dependência do conceito de CRIME, o delito natural, o termo criminologia.
COMENTÁRIOS EM SALA:
A teoria do Atavismo o ser humano possui características físicas que demonstram que ele pode se tornar um criminoso, herança do temperamento. O estigma aquilo que é visto no corpo e reflete no psicológico. Ex.: orelha de abano testa grande e para traz, muitos cabelos, etc.
Para Lambroso a criminalidade da mulher era mais no aspecto moral, sexual.
Ferri combate a visão de Lambroso sobre a questão da herança física na formação do criminoso. O enfoque de Lambroso era mais no aspecto biológico, porém Ferre acreditava que o fator determinante era o social.
Garafalo defende a pena de morte, se o criminoso não fosse reabilitado.
O primeiro a utilizar o termo de criminologia, no contexto global, se desvencilhando ao Direito Penal. O CRIME ou delito natural é quando se atenta ao sentimento de altruísmo, em que as ações de um indivíduo beneficiam outro trazendo algum tipo de prejuízo para o próprio.
5º AULA – 15/03/2011
Cunho biológico:
1) Biotipologia (Krestschmer);
2) Neurofisiologia;
3) Sistema nervoso autônomo;
4) Endocrinologia;
5) Sociologia;
6) Genética.
Existem 3 formas de abordar o CRIME: biológica, psicológica, sociológica, o homem deve ser analisado como um todo. Tipos: indivíduo leptosônico (tímido, alto), Píclito (gordo, baixo, comportamento alegre, triste), e o tipo atlético (impulsivo e violento).
Tomo = parte
Ana = divisão
Anatomia é o estudo da parte do corpo.
Fisiologia é o estudo de como funcionam os órgãos.
Neurofiscologia tenta estudar as partes do celebro e a que função está ligada.
Trabalho dentro de uma esfera. Cognitiva superior, o celebro.
Atossonica- reações nervosas por vias inconscientes.
Endocrinologia ramo da medicina que estuda os hormônios, que normalmente tem efeito prolongado.
Sociobiologia eptologia estudo do comportamento animal.
Estupro como estratégia de perpetuação dos gens.
Os marcadores genéticos não são precisos nas doenças psíquicas, só nas físicas tem demonstrado eficiência.
6º AULA – 29/03/2011
1) O QUE É CRIMINOLOGIA?
Ciência que estuda o fenômeno e as causas da criminalidade, a personalidade do delinqüente e sua conduta delituosa, e a maneira de ressocializá-lo." (Sutherland).
2) PARA QUE SERVE?
Preencher várias lacunas atualmente verificáveis no contexto do trabalho dos tribunais e a sua relação com a delinqüência.
Os exemplos mais práticos são a formação para a elaboração de "perícias de personalidade", que a lei diz serem atribuições para especialistas em criminologia - "os psicólogos não aprendem teoria do CRIME", assegura o acadêmico -; estudos sobre a "trajetória do CRIME e da delinqüência"; avaliação de "estratégias utilizadas na modificação de comportamentos desviantes" quer na área da reinserção social; bem como ainda o estudo da vitimologia. Laborinho Lúcio acrescenta outra a avaliação sobre a medida da pena adequada e com "significado" para cada condenado, cuja valoração do castigo é sempre diferente.
"O que se tem feito nestas áreas é apenas cartomancia ou astrologia criminal. É utilizar estratégias "para ver no que dá', sem instrumentos prévios de avaliação de resultados. E, no fundo, esbanjar dinheiro público", argumenta o responsável do curso. Como exemplo da falta de conhecimento sobre a criminalidade e da não passagem de testemunho dos governos, Cândido da Agra recorda que já dois ministros de diferentes governos lhe pediram relatórios de idêntico teor, em que propunha a criação de um Observatório Nacional de Segurança. "A criminalidade aumentou ou baixou desde há 10 anos? Que sabemos? Nada!", frisa.
3) QUAL O MÉTODO?
EMPIRISMO E INTERDISCIPLINARIDADE
O método de trabalho utilizado pela Criminologia é o empírico. Busca-se a análise, e através da observação conhecer o processo, utilizando-se da indução para depois estabelecer as suas regras, o oposto do método dedutivo utilizado no Direito Penal. Foi graças à Escola Positiva que surgiu a fase científica da Criminologia e generalizou-se a utilização do método empírico.
Qualificando, não obstante, de "obviedade" o debate sobre a "interdisciplinaridade" do método criminológico (e da própria Criminologia como "ciência"); e de "instrumento de ciências" a compreensão desta disciplina como instância superior que coordena e integra as informações setoriais sobre o problema criminal procedentes das diversas ciências...
http://www.iaulas.com.br/site/arquivo/11825/apostilas-concursos/direito-penal/criminologia-fasne-3o-periodo.html
EMENTA: conceito, métodos, objetos, funções e relação com outras ciências. História da Criminologia: etapas pré-científicas e científicas. A moderna Criminologia científica e os diversos modelos teóricos: modelos biológicos, psicológicos e sociológicos Criminologia crítica. Prevenção do delito no Estado Democrático de Direito. Modelos e sistemas de reação ao delito. Vitimologia. Política criminal.
Bibliografia Básica:
GOMES, Luis Flávio & MOLINA, Antônio García-Pablos de. Criminologia. São Paulo: RT, 2000.
MAILLO, Alfonso. Introdução à criminologia. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2007.
BITTAR, Walter B. Criminologia no século XXI. Rio de Janeiro: Lúmen Júris, 2007.
NASCIMENTO, José Flávio Braga. Curso de criminologia. [S. l.]: Juarez de Oliveira, 2007.
Bibliografia Complementar:
BARATTA, Alessandro. Criminologia critica e critica do Direito penal: Introdução à sociologia do direito penal. Trad. Juarez Cirino dos Santos. Coleção pensamento Criminológico, Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 2002.
BECARIA, Cezar. Dos delitos e das penas. Trad. De Lucia Guidicini & Alessandro Berti Condessa. São Paulo: Martins Fontes, 2005.
D´URSO, Luiz Otávio Borges. Advocacia e justiça criminal: II Encontro Nacional dos advogados. São Paulo: Oliveira Mendes, 1997.
PIEDADE JÚNIOR, Heitor. Vitimologia: evolução no tempo e no espaço. Rio de Janeiro: Freitas Bastos, 1993.
Professor: Marcelino Lira
1º AULA
O CRIME tem um conceito jurídico, tem aspectos biológicos, psicológicos, sociais e estuda a autoria.
Criminologia é uma ciência multidisciplinar que tem por objeto o estudo do CRIME, do criminoso e da vítima.
O direito é uma relação com o dever, é sinalagmático, lei do retorno.
O CRIME é um ato que quebra a norma jurídica. Estuda a dinâmica do CRIME, o fato, o autor e o criminoso.
O direito é uma ciência indedutiva.
Metodologia da criminologia é empírica, experimental, pois é dedutivo com base em estudos de fatos reincidentes.
O mais importante é entender a razão do conflito.
Estão ligadas as especialidades: Biologia (neurociência, endocrinologia, clinica psiquiátrica), psicologia (psicanálise, TCC, gestall), sociologia (anomias, conflitos, escola Chicago).
2º AULA
O QUE CAUSA O CRIME?
Cobiça, prazer, emocional, Lei, Necessidade, patologia, interesse, falta de oportunidade, educação, impulso, impunidade, anomia, instinto, empatia, individualismo, etc.
QUAL A METODOLOGIA QUE DEVEMOS APLICAR PARA ESTUDAR A CAUSA DO CRIME?
Método indutivo-experimental.
Existem várias causas para a criminalidade nem sempre são únicas. Tem que existir um método científico.
3º AULA
1. IDÉIA:
1.1 Criminologia liberal do homem
1.2 Jusnaturalismo
1.3 Sujeito livre e capaz de escolhas;
1.4 Analise do CRIME sob o aspecto jurídico
1.5 Método dedutivo
1.6 A questão da pena.
2 FATO:
2.1 Início das orientações empíricas;
2.2 Frenologia Dello Porta e Lavoter – relação do somática com o psíquico;
2.3 Frenologia Gall, Frans: tentativa de localizar no cérebro as funções psíquicas, comportamento criminoso com má formação do cérebro.
2.4 Diagnostica de enfermidade mental em oposição aos delinqüentes. “Loucura Moral”, criminologia científica.
3 O “positivismo” metodológico;
4 O método indutivo-experimental;
5 O determinismo
6 Pena x tratamento.
O liberalismo defendia a igualdade dos homens. (O direito pode aplicar uma pena, se o indivíduo fizer uma escolha contra a norma). Pena = sofrimento.
Gall dizia toda função psíquica do ser humano tem uma área do cérebro. Felipe Pinel descobriu que havia diferença entre o louco e o criminoso.
Tudo que é loucura é doença. Perder a capacidade de discernir o moral. Na loucura moral não tenha delírio ou culpa.
Ex.: Transtorno de pensamento anti-social.
Quem usa a mão esquerda não é canhoto e sim sinistro.
A ciência é uma verdade provisória. O conhecimento vem pela experimentação advinda do positivismo. Acreditava que alguém racional não comete CRIME.
Acreditava-se que por conta de uma carga genética e social pode levar a um comportamento criminoso. Se o louco não pode ser punido com pena ele terá que ter um tratamento.
4º AULA – 15/03/2011
Nomes mais conhecida do início criminologia científicos: Lombroso, Ferri e Garafalo.
LOMBROSO
De 1835 a 1909 era biólogo, defendia: O homem delinqüente 1876 por herança, Influência de Darwin evolução, Método empírico, Teoria do Atavismo, estigmas e lacuna moral.
FERRI
De 1856 a 1929 era advogado, determinismo x livre arbítrio, fatores determinantes e predisponentes, programa de prevenção, criminal.
GAROFALO
De 1852 a 1934 advogado, dependência do conceito de CRIME, o delito natural, o termo criminologia.
COMENTÁRIOS EM SALA:
A teoria do Atavismo o ser humano possui características físicas que demonstram que ele pode se tornar um criminoso, herança do temperamento. O estigma aquilo que é visto no corpo e reflete no psicológico. Ex.: orelha de abano testa grande e para traz, muitos cabelos, etc.
Para Lambroso a criminalidade da mulher era mais no aspecto moral, sexual.
Ferri combate a visão de Lambroso sobre a questão da herança física na formação do criminoso. O enfoque de Lambroso era mais no aspecto biológico, porém Ferre acreditava que o fator determinante era o social.
Garafalo defende a pena de morte, se o criminoso não fosse reabilitado.
O primeiro a utilizar o termo de criminologia, no contexto global, se desvencilhando ao Direito Penal. O CRIME ou delito natural é quando se atenta ao sentimento de altruísmo, em que as ações de um indivíduo beneficiam outro trazendo algum tipo de prejuízo para o próprio.
5º AULA – 15/03/2011
Cunho biológico:
1) Biotipologia (Krestschmer);
2) Neurofisiologia;
3) Sistema nervoso autônomo;
4) Endocrinologia;
5) Sociologia;
6) Genética.
Existem 3 formas de abordar o CRIME: biológica, psicológica, sociológica, o homem deve ser analisado como um todo. Tipos: indivíduo leptosônico (tímido, alto), Píclito (gordo, baixo, comportamento alegre, triste), e o tipo atlético (impulsivo e violento).
Tomo = parte
Ana = divisão
Anatomia é o estudo da parte do corpo.
Fisiologia é o estudo de como funcionam os órgãos.
Neurofiscologia tenta estudar as partes do celebro e a que função está ligada.
Trabalho dentro de uma esfera. Cognitiva superior, o celebro.
Atossonica- reações nervosas por vias inconscientes.
Endocrinologia ramo da medicina que estuda os hormônios, que normalmente tem efeito prolongado.
Sociobiologia eptologia estudo do comportamento animal.
Estupro como estratégia de perpetuação dos gens.
Os marcadores genéticos não são precisos nas doenças psíquicas, só nas físicas tem demonstrado eficiência.
6º AULA – 29/03/2011
1) O QUE É CRIMINOLOGIA?
Ciência que estuda o fenômeno e as causas da criminalidade, a personalidade do delinqüente e sua conduta delituosa, e a maneira de ressocializá-lo." (Sutherland).
2) PARA QUE SERVE?
Preencher várias lacunas atualmente verificáveis no contexto do trabalho dos tribunais e a sua relação com a delinqüência.
Os exemplos mais práticos são a formação para a elaboração de "perícias de personalidade", que a lei diz serem atribuições para especialistas em criminologia - "os psicólogos não aprendem teoria do CRIME", assegura o acadêmico -; estudos sobre a "trajetória do CRIME e da delinqüência"; avaliação de "estratégias utilizadas na modificação de comportamentos desviantes" quer na área da reinserção social; bem como ainda o estudo da vitimologia. Laborinho Lúcio acrescenta outra a avaliação sobre a medida da pena adequada e com "significado" para cada condenado, cuja valoração do castigo é sempre diferente.
"O que se tem feito nestas áreas é apenas cartomancia ou astrologia criminal. É utilizar estratégias "para ver no que dá', sem instrumentos prévios de avaliação de resultados. E, no fundo, esbanjar dinheiro público", argumenta o responsável do curso. Como exemplo da falta de conhecimento sobre a criminalidade e da não passagem de testemunho dos governos, Cândido da Agra recorda que já dois ministros de diferentes governos lhe pediram relatórios de idêntico teor, em que propunha a criação de um Observatório Nacional de Segurança. "A criminalidade aumentou ou baixou desde há 10 anos? Que sabemos? Nada!", frisa.
3) QUAL O MÉTODO?
EMPIRISMO E INTERDISCIPLINARIDADE
O método de trabalho utilizado pela Criminologia é o empírico. Busca-se a análise, e através da observação conhecer o processo, utilizando-se da indução para depois estabelecer as suas regras, o oposto do método dedutivo utilizado no Direito Penal. Foi graças à Escola Positiva que surgiu a fase científica da Criminologia e generalizou-se a utilização do método empírico.
Qualificando, não obstante, de "obviedade" o debate sobre a "interdisciplinaridade" do método criminológico (e da própria Criminologia como "ciência"); e de "instrumento de ciências" a compreensão desta disciplina como instância superior que coordena e integra as informações setoriais sobre o problema criminal procedentes das diversas ciências...
http://www.iaulas.com.br/site/arquivo/11825/apostilas-concursos/direito-penal/criminologia-fasne-3o-periodo.html
PERICIA DE SANTA CATARINA EM DESTAQUE - Governador Raimundo Colombo participa de formatura e entrega veículos no IGP
Governador Raimundo Colombo participa de formatura e entrega veículos no IGP |

Florianópolis (24/4/2012) - O governador Raimundo Colombo, juntamente com o secretário de Estado da Segurança Pública, Cesar Augusto Grubba, e o diretor-geral do IGP, Rodrigo Tasso, irá participar, nesta sexta-feira (27), da formatura de 44 novos profissionais do Instituto Geral de Perícias. O evento, que acontecerá no pátio da instituição, em Florianópolis, está prevista para ocorrer às 10h.
Após autorização do Governo do Estado e parecer favorável do grupo gestor, o Instituto Geral de Perícias convocou candidatos para o preenchimento das vagas previstas no Concurso Público IGP nº 001/2008. Participaram da escolha 29 peritos criminais e 15 auxiliares criminalísticos. A escolha da cidade de lotação para o efetivo exercício do cargo, dentre as vagas disponibilizadas, foi realizada ao término do Curso de Formação Profissional, respeitada a ordem de classificação obtida pelos alunos.
Na sequência, o governador Raimundo Colombo participa da entrega de 63 novas viaturas adquiridas para a Perícia Oficial do Estado, que contou com investimento na ordem de aproximadamente R$ 2,5 milhões. Ao todo, 42 Ford Fiesta - destinados à perícia criminal; 14 Ford Ranger 4X4 (Rabecões) - ao Instituto Médico Legal (IML) e sete Palio Adventure para a perícia ambiental, passam a integrar a nova frota do Instituto Geral de Perícias.
Em seguida, acontece a entrega oficial do aparelho "Cromatografia Gasosa - CGMS" ao Instituto de Análises Forenses (IAF), bem como, uma demonstração da operacionalidade deste equipamento será feita pelos peritos criminais bioquímicos daquele setor. "Este equipamento, no qual foram investidos R$ 820 mil, possibilita a identificação precisa de uma determinada droga encontrada no corpo humano", destaca o diretor-geral do IGP, Rodrigo Tasso.
Informações adicionais: jornalista Luiz Roberto Damiani
Instituto Geral de Perícias
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Telefone: (48) 3331 4512
Tecnicos da secretaria Nacional de segurança em AVALIAÇÃO para conhecer os avanços e o dia a dia dos policiais civis e peritos criminais na apuração de crimes de homicídio.
Divisão de Homicídios da Polícia Civil recebe técnicos da Senasp

Policiais civis e peritos, que atuam em conjunto na divisão, receberam os profissionais do governo federal e apresentaram as etapas do trabalho

Durante a visita, os técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública conheceram o trabalho do setor responsável pela investigação de crimes de homicídio




Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 25/04/2012 às 19:06
Técnicos da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), vinculada ao Ministério da Justiça, visitaram nesta quarta-feira (25) as instalações da Divisão de Homicídios da Polícia Civil, para conhecer os avanços e o dia a dia dos policiais civis e peritos criminais na apuração de crimes de homicídio.
O assessor de Planejamento e Projetos Especiais, Gilson dos Santos, e o assessor de Gestão e Avaliação da Informação da Senasp, Marcelo Berdet, foram recebidos pelo diretor de Polícia Especializada, João Bosco Junior, e o diretor da Divisão de Homicídios, Gilvandro Furtado. Também estiveram no encontro o diretor do Instituto de Criminalística do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves, Antônio Castro; a delegada Ione Coelho, do Grupo Especial para Investigação de Crimes Múltiplos (Gecrim); e o técnico do Centro Estratégico Integrado (CEI), do Sistema de Segurança Pública, Pedro Brito.
À tarde, os técnicos visitaram as instalações da Divisão de Homicídios, como o setor de Identificação Criminal, as salas de peritos criminais, dos policiais de plantão e de confecção de retratos-falados e o cartório. Na divisão, os técnicos conheceram o banco de dados de imagens do setor de retrato-falado, que presta atendimento para todas as unidades policiais do Estado, por meio do serviço de perícia iconográfica, da Diretoria de Identificação da Polícia Civil.
Na sala de peritos, os técnicos conheceram a maleta usada em perícias de local de crime, conhecida como “Maleta CSI”. Nela, existem todos os equipamentos, ferramentas e materiais necessários ao procedimento pericial na cena de um crime. Trata-se de uma inovação adquirida pelo Sistema de Segurança Pública do Estado. Ao todo, o Estado adquiriu 60 maletas distribuídas nas unidades do Centro de Perícias Científicas Renato Chaves na capital e unidades regionais do interior do Pará.
Formada pela Delegacia de Pessoas Desaparecidas e pelo Serviço de Informações e Análises e Serviço de Levantamento de Local de Crime, a Divisão de Homicídios tem seis equipes, cada uma formada por cinco policiais civis, que atuam em sistema de plantão 24 horas. Os delegados mostraram que o setor faz o trabalho de mapeamento diário para controle dos registros de homicídios na Região Metropolitana de Belém.
Registros – “Quando detectamos um aumento desproporcional nos índices de crimes em determinados bairros, operações são planejadas para a área para redução das ocorrências”, explicou João Bosco, citando a operação “Eirene”, que congrega ações de incursão, saturação e fiscalização de estabelecimentos comerciais. Em função do trabalho, o Sistema de Segurança Pública registrou em 2011 em comparação com o ano anterior 30% de redução dos índices de homicídios no Estado.
“Os números estatísticos são acompanhados diariamente e as informações são repassadas à Secretaria de Estado de Segurança Pública e Defesa Social (Segup)”, detalhou o delegado. Segundo Gilvandro Furtado, o trabalho integrado entre polícia e peritos, que atuam no mesmo espaço, é fundamental para dinamizar a emissão dos laudos periciais.
O horário da equipe de peritos criminais foi adequado aos horários da Polícia Civil para que ambas as equipes possam atuar de forma conjunta para fazer a perícia no local do crime. Os delegados salientaram aos técnicos da Senasp que a equipe da Divisão de Homicídios toma o devido cuidado para preservar as testemunhas e evitar contato direto com suspeitos do crime detidos e apresentados na unidade policial.
Os técnicos da Senasp destacaram o modelo de gestão de resultados implementado pelo Sistema de Segurança Pública. “Nossa meta aqui é conhecer a realidade para que, conhecendo-a, possamos propor projetos que se adaptem à realidade do Estado”, explicou Gilson dos Santos. Para Gilvandro Furtado, é importante abrir os canais de acesso às informações com o governo federal e colocar à disposição dos técnicos os dados sobre a estrutura, efetivo e estatística, pois isso se reflete em melhorias para o serviço de investigações de crimes de homicídios.
Polícia Civil do Estado
Av. Nazaré, 489. Belém - PA
Fone: (91) 4006-9094 / 3223-2963
Site: www.policiacivil.pa.gov.br Email: gabinetepcpa@gmail.com
Av. Nazaré, 489. Belém - PA
Fone: (91) 4006-9094 / 3223-2963
Site: www.policiacivil.pa.gov.br Email: gabinetepcpa@gmail.com
quarta-feira, 25 de abril de 2012
EXAME PSICOTECNICOS SOMENTE POR MEDICOS CREDENCIADOS E A PSICOLOGIA PODERIA ? ( redação da pericia criminal tecnologia do bem )
Psicóloga é presa ao se passar por médica |
23/04/2012 18:17:28 (369 leituras) |
Uma psicóloga foi presa na manhã de hoje (23) por exercício ilegal da
medicina. Ela atestava exames médicos para carteiras de habilitação em
uma clínica na região da Casa Verde, zona norte da capital, quando foi
descoberta por um delegado da Divisão de Crimes de Trânsito (DCT).
O delegado da DCT, João Batista Guedes de Sá, foi recepcionado pela
secretária que indagou qual autoescola o teria indicado para aquela
clínica, a fim de realizar exames médicos para a renovação de sua CNH
(Carteira Nacional de Habilitação). Ao se identificar como policial
civil e dizer que obteve o endereço na lista de credenciados do Detran, a
secretária entrou em pânico e dirigiu-se até a sala onde se realizava
um exame psicotécnico.
Logo, a resposta que João Batista obteve foi que o médico havia saído e
não seria possível realizar o exame naquela clínica, indicando a ele um
outro endereço. Desconfiado da situação, o delegado aguardou a saída de
uma pessoa que estava realizando o exame médico, a qual indicou que foi
atestada pela médica F.M.V., de 30 anos.
Após acionar o apoio da DCT e de funcionários de Credenciamento do
Detran, F. acabou presa em flagrante, já que é psicóloga e estava
praticando atos privativos de profissional médico. Ela ainda utilizava a
assinatura eletrônica de um médico cadastrado para autorizar como
“apto” os candidatos à renovação ou nova CNH.
F. responderá criminalmente por falsidade ideológica, exercício ilegal
da medicina e inserção de dados falsos em sistema de informações.
Por Silvia Freitas
|
Policiais da 7ª Seccional recebem treinamento sobre constatação de drogas
Policiais da 7ª Seccional recebem treinamento sobre constatação de drogas |
24/04/2012 15:16:58 (263 leituras) |
A palestra, que utilizou recursos de multimídia, foi proferida pelo perito criminal, Paulo Akinori Okuyama. A explanação muito ilustrativa orientou e demonstrou os procedimentos práticos de constatação de entorpecentes, capacitando os policiais para a realização dos exames. Após o treinamento, foram distribuídos material de apoio como kits, livros de controle e material necessário para Segundo o delegado titular da 7ª seccional, José Aparecido Sanches Severo, essa iniciativa do Decap é muito importante e mostra claramente a intenção da diretoria em otimizar os serviços prestados à população e facilitar os trabalhos da Polícia Militar, gerando maior segurança e, consequentemente, ampliar o número de apreensões de drogas. Wilson Elias Fotos: 7ª Seccional/Itaquera |
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A SEGUIR QUESTÕES PRÃTICAS - CIENTÍFICAS - LEGAIS - CULTURAIS DAS PERICIAS CRIMINAIS

O questionamento serve em forma de enquete para reflexão das políticas , da qualidade e da forma que a sociedade lida com estas questões , visto que é inexistente e desnecessário o critério de capacitação para as respostas. Recomenda-se que tendo dúvidas , anote-as e dirija-se ao seu centro de estudos e pesquisa para esclarece-las .Aproveite e avalie seu nível de conhecimento.
A ZONA DE ALTA ENERGIA DO INSTRUMENTO VULNERANTE PODE CAUSAR
ESPECTRO EQUIMÓTICO É CONHECIDO COMO
UMA CICATRIZ PODE EM LAUDO REVELAR O GRAU DE LESÃO QUE A VITIMA SOFREU, E ISTO PODE ALTERAR A APLICAÇÃO DA DOSEMETRIA DA PENA
O PERITO DEVE ACOMPANHAR NO IML
O PROJETIL SE LIMPA NA PELE EM GIRO, ESTA AREA CHAMA-SE
SINAL DE BONNET É
SINAL DE BENASSI É
EM PRONTO SOCORROS E HOSPITAIS EM GERAL EXISTE A HABITUALIDADE QUE AOS POUCOS ESTÁ SENDO CORRIGIDA , DE SE JOGAR NO LIXO VESTES DA VITIMA OU AUTOR . ESTA CONDUTA ASSIM REALIZADA PODE FAVORECER...
TIRO A DISTANCIA PARA RABELO É A PARTIR DE 30 CM , MAS EM LABORATORIO PODENDO CHEGAR A 90 CM E DEPENDE DA ARMA.
TECNICAMENTE TIRO A DISTANCIA ASSIM É CHAMADO PORQUE NÃO TEM RESÍDUO ?
ARMAS COM MAIOR PODER DE FOGO , SIGNIFICA QUE TEM MAIS ENERGIA OU CAUSA MAIOR LESÃO
QUANDO O INSTRUMENTO FERE EM PROFUNDIDADE E PONTUAL (UM PONTO) CHAMA-SE
INSTRUMENTO QUE PROVOCA LESÃO SOB PRESSÃO , DEIXANDO MARCAS SUPERFICIAIS CONTUSAS PODE SER CHAMADO DE
INSTRUMENTO CORTANTE , PROVACA LESÃO
APAGAMENTO DA SUTURA CRANIANA MEDIO FRONTAL
DETERMINAÇÃO DA MEDIDA DOS OSSOS PARA ALTURA DO INDIVIDUO MASCULINO DE 1,70 M , DOS SEGUINTES OSSOS , FEMUR, TIBIA,FIBULA,UMERO, RADIO,ULNA,.
IDENTIFICAÇÃO DO SEXO FEMININO
IDENTIFICAÇÃO DO SEXO MASCULINO
NÃO SÃO OSSOS DO CRANIO
SÃO OSSOS SUPERIOR DO ESQUELETO HUMANO
QUAIS OS LOCAIS DE COLETA BALÍSTICA EM CADÁVER
RESIDUOGRAMA CONTÉM METÁLICOS E NÃO METÁLICOS
UM CADÁVER COM VÁRIOS TIROS . PERGUNTA-SE O MÉDICO LEGISTA PODE SABER QUAL DELES FOI O FATAL!
A COLA DO ESPARADRAPO JÁ FOI MELHOR - MAS MESMO ASSIM COM ESFORÇO E DEDICAÇÃO O PERITO CRIMINAL NO EXAME DE BALÍSTICA DE DE CAMPO FAZ O QUE COM O ESPARADRAPO
OLHAR PARA OS OLHOS DO CADÁVER , PROFESSORES INDICAM QUE TRADUZEM/DEMOSTRAM O QUE A PESSOA SENTIU NA OCASIÃO. PERGUNTA-SE ; PARA O PERITO CRIMINAL ESSE OLHAR TAMBÉM DEVE SER EVITADO PARA MELHOR DESEMPENHO PSÍQUICO E QUALIDADE DE VIDA.
EM BALÍSTICA O CARTUCHO INCHA NA OCASIÃO DA EXPLOSÃO
AS VEZES AS ARMAS NÃO ESTÃO DISPARANDO , MAS HOUVE HOMICÍDIO AVALIA-SE ASSIM.
UMA CRIANÇA TEM FORÇA PARA APERTAR UM GATILHO( ENTENDE-SE POR CRIANÇA ATÉ 12 ANOS)
O TRAUMA CEGO EM BALÍSTICA É PORQUE .
TRATANDO-SE QUE SE ESTÁ REALIZANDO EXAMES NO CADÁVER , QUEM FAZ O RETIRADA DE MATERIAL RESIDUOGRÁFICO NA BALÍSTICA
O PROJÉTIL É ELEMENTO ...
A TEMPERATURA DO MOTOR DE VEICULO ENVOLVIDO EM CRIME É IMPORTANTE.
A RIGIDEZ CADAVÉRICA EM EMPUNHAR A ARMA , DA-SE O NOME DE...
APELO- SABENDO QUE O CRIME SEXUAL É RECORRENTE DISSO DECORRE CERTAMENTE NOVAS VÍTIMAS A PARTIR DA PRIMEIRA IDENTIFICADA , PERGUNTA-SE DO POR QUE NÃO SE TOMAM MEDIDAS INVESTIGATIVAS E INIBIDORAS DOS NOVOS CRIMES LOCALIZADOS , É DEVIDO A QUE !
MITOCONDRIA PODE SER UTILIZADA PARA IDENTIFICAÇÃO HUMANA
EM CATASTROFES HUMANITARIAS OU GRANDES ACIDENTES ENVOLVENDO VARIAS NACIONALIDADES , COM VARIOS PERITOS DE VARIOS PAISES, OS MARCADORES DE DNA SÃO
OCORRE A IDENTIFICAÇÃO DE PESSOAS COM
DIFERENTEMENTE DA INGLATERRA -INICIO DO BANCO DE DADOS DO DNA , O BRASIL UTILIZA-SE ATUALMENTE O METODO
PARA 7 AGRESSORES SENDO 2 IRMÃOS , QUANTOS CROMOSSOMOS Y SERÃO ENCONTRADOS;
O LAUDO DO DNA PODE SER ACEITO SEM CALCULO DE ESTATISTICA; TEOREMA DE BAYES E PRINCIPIOS DE HARDY WENBERG,
O NOME DO TRECHO EM QUE DEVE SER ANALISADO O POLIMORFISMO G-C T-A ; CHAMA-SE
A PERÍCIA SEM CADÁVER É POSSÍVEL IDENTIFICAR SE HOUVE O QUE ?
A ERITROSINA REAGE E CONTRASTA O;
TRATANDO-SE DA ANALISE DE SANGUE-AS SUJIDADES DO LOCAL DÓ CRIME FAZ COM QUE O PERITO ;
É POSSÍVEL IDENTIFICAR COM O KIT FELACUT;
A LUZ ULTRAVIOLETA IDENTIFICA A FLORECENCIA
TIPO ABO FOI UTILIZADO PELA PRIMEIRO VEZ EM 1923 PELO DR FLAMINIO FÁVERO E ARNALDO AMADO FERREIRA EM QUAL PAÍS;
Os saquinhos que acomdicionam as amostras do local do crime devem ser estéreis;
Na pericia criminal a tipagem sanguinea ABO serve para ;
AS VIATURAS MILITARES DEVEM TER O MATERIAL DE PRESERVAÇÃO DE LOCAL , LUVAS , MÁSCARAS , PROTEÇÃO DAS BOTAS , AVENTAIS , FITAS , PARA ISOLAMENTO E PRESERVAÇÃO D LOCAL DO CRIME.
O CORTE DA INDUMENTARIA DA VITIMA , PREJUDICIAL PARA A PERICIA EM EXAMES COMPLEMENTARES!
A FACA PRODUZ FERIMENTO.
UMA BATIDA PRODUZ UMA COR CORPORAL. - SENDO A COR VERDE QUANTOS DIAS APROXIMADO SE REFERE A OCORRÊNCIA?
O CADAVER FALA COM QUAIS ITENS MENCIONADOS ABAIXO . PODE SER ASSINALADO VARIAS OPÇÕES.
TIROS NA PAREDE REVELAM QUE NÃO HOUVE SUICÍDIO?
DEVE EXISTIR SOLUÇÃO DE CONTINUIDADE ENTRE AS TRAMAS DE TECIDO DAS VESTES COM ......
A BUSCA DA VERDADE REAL DEPENDE DE PERÍCIA?
CRIME SEM CADÁVER É POSSÍVEL?
a execução da pena para o genero feminino deve ser mais leve ?
DSM - IV , O QUE É (...)
PARA O SUICÍDIO O DISPARO ENCOSTADO É SUFICIENTE?
O FIO DA BARBA CRESCE EM MEDIA 0,024MM POR HORA , ENTÃO SE FIZ A BARBA AS 6HS E FALECI AS 7HS , QUAL O TAMANHO DO FIO?
QUAIS DOS OBSTACULOS É MAIOR NA PERICIA CRIMINAL?
NO ENFORCAMENTO A EJACULAÇÃO E/OU DEFECAÇÃO OCORREM COM FREQUÊNCIA?
DNA DA VOZ EXISTE?
PEDOFILIA É CRIME OU DOENÇA
AS BATIDAS QUE EM VIDA O CORPO SOFRE ALTERAM DE COR APÓS A SUA MORTE ?
A PRATICA DO ESCULACHO È ....
O FIO DE BARBA CRESCE EM MEDIA 0,024mm / hora , SE UM CORPO BARBEADO AS 7HS E PERANTE ANÃLISE MORFOMETRICA VERIFICA-SE 0,048MM DE PELO - PERGUNTA-SE A QUE HORA APROXIMADA O CORPO FALECEU.
O LOCAL RELACIONADO SIGNIFICA.
A CONCLUSÃO PERICIAL DEVE CONTER.
EM TRAUMAS A CIRCUIT[ARIA CEREBRAL SE ATNGIDA (...)
HAVENDO SUICIDIO , A ARMA DEVE ESTAR NO LOCAL.
EM CIENCIA DA VITIMOLOGIA - A VÍTIMA UNICAMENTE CULPADA É QUANDO TRATA-SE DE LEGÍTIMA DEFESA COMO EXEMPLO NESTE CASO. AGORA NO CASO DE ESTELIONATO A VÍTIMA É (....)
PEDÓFILOS ( ... )
CADEIA DE CUSTÓDIA
A FALTA DE PRESERVAÇÃO DO LOCAL DO CRIME FAVORECE A IMPUNIDADE
VOCE RELACIONA COMO UM DOS PROBLEMAS DA IMPUNIDADE A FALTA DE LAUDOS PERICIAIS!
O CADÁVER É DO ESTADO E QUEM PODE ENTRAR NA CENA DO CRIME ANTES DA CHEGADA DA PERÍCIA QUANDO JÁ PRESERVADO POR UM SOLDADO
CODIS É...
A TROCA CONTINUA DE PERITOS ASSISTENTES EM UM MESMO CASO PODE DEMOSTRAR ( PODE MARCAR VARIAS RESPOSTAS POSSIVEIS)
PERITO OFICIAL E ASSISTENTE TÉCNICO DEVEM TER ...
SEGUNDO O MANUAL TECNICO OPERACIONAL DOS MÉDICOS LEGISTAS , O CADÁVER ...
CABE À PERÍCIA CRIMINAL
A VITIMIZAÇÃO PODE OCORRER POR DIVULGAÇÃO DA MÍDIA POR FATOS DEFAMATÓRIOS A NUMEROS INDETERMINADO DE PESSOAS , TRATA-SE DE VITIMIZAÇÃO (...)
SAP- SINDROME DE ALIENAÇÃTAL PARIENTAL - NO CASO EM QUE A CRIANÇA VE O GENITOR COMO PEDÓFILO É (... )
A CASTRAÇÃO QUIMICA É (...)
A ALIENAÇÃO PARIENTAL PODE APONTAR UM FALSO PEDÓFILO (...)
SEGUNDO ODON RAMOS MARANHÃO , OS CRIMINOSOS SÃO DO TIPO OCASIOAL - SINTOMÁTICO - CARACTEROLÓGICO , ENFIM QUAL DESTES PARECE PSICOPATA MAS NÃO É , ENFIM UM PSICO EVOLUTIVO .
PROPOSTA TERAPEUTICA - ACREDITA NO MELHOR TRATAMENTO
VISITE NOSSA PAGINA DE ANATOMIA
